
Antes que a chuva chegue: O destino do seu resíduo!
Como fazer o descarte consciente dos resíduos em casa ou na rua, principalmente em tempos chuvosos?
Iana Martins
05/12/2025

Como fazer o descarte consciente dos resíduos em casa ou na rua, principalmente em tempos chuvosos?
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05/12/2025
Uma reflexão sobre como a confiança do consumidor brasileiro está cada vez mais ligada a práticas ambientais comprovadas, e como a geração de dados de impacto socioambiental fortalece a credibilidade das empresas, a partir da atuação da Hambis
Iana Martins
30/01/2026
Um guia prático para transformar resíduos em impacto positivo.
Hambis Hábitos Sustentáveis
01/06/2025
9/21/2026
O caminhão passa na porta de quase todo brasileiro. Segundo os relatórios do SINISA, com ano de referência 2023, a coleta de lixo domiciliar chega a 92,63% da população.
Agora o número que quase ninguém conhece: só 2,17% do que é coletado volta a ser útil, como reciclável ou orgânico recuperado.
Coletar, o Brasil aprendeu.
Reciclar, não.
A coleta seletiva já alcança 40,56% da população. Mas da coleta seletiva até a reciclagem de verdade, quase tudo evapora. Por três motivos:
Separação ruim na origem. Papelão que viaja junto com resto de comida chega encharcado e vira rejeito. O material se perdeu antes de sair do prédio.
Triagem sem estrutura. Sem cooperativa equipada, o que chega não é separado a tempo e volta para o aterro.
Falta de medição. A prefeitura sabe quanto coletou. Raramente sabe quanto foi recuperado, de onde veio e quem separou direito. Sem isso, não dá para corrigir nada.
O preenchimento do SINISA é obrigatório. Município que não envia os dados no prazo fica inadimplente no sistema, o que pode bloquear acesso a recursos federais de saneamento.
Mesmo assim, a três dias do fim do último prazo, só 32,65% dos municípios tinham concluído o preenchimento.
Perde-se o material. E, junto, o dinheiro que financiaria a solução.
A Hambis é a camada de dados entre quem gera, quem coleta e quem administra o resíduo. Na prática:
O que o município ganha: menos volume aterrado, menor custo por tonelada, catadores incluídos com registro e indicadores prontos quando o prazo bate na porta.
Comece pela pergunta mais simples: Quanto do que a sua cidade coleta está realmente sendo recuperado?
Se a resposta não existe, esse é o primeiro problema.
Todos os outros vêm depois.