
Antes que a chuva chegue: O destino do seu resíduo!
Como fazer o descarte consciente dos resíduos em casa ou na rua, principalmente em tempos chuvosos?
Iana Martins
05/12/2025

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Uma reflexão sobre como a confiança do consumidor brasileiro está cada vez mais ligada a práticas ambientais comprovadas, e como a geração de dados de impacto socioambiental fortalece a credibilidade das empresas, a partir da atuação da Hambis
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30/01/2026
Um guia prático para transformar resíduos em impacto positivo.
Hambis Hábitos Sustentáveis
01/06/2025
8/20/2026
Seis e quarenta da manhã, torre comercial em Goiânia. A equipe de limpeza empurra os carrinhos até a doca, empilha os sacos ao lado da caçamba e volta para o turno. Papelão de entrega, restos da praça de alimentação, copo descartável, caixa de equipamento, papel de escritório.
Ninguém pesou nada. Ninguém sabe quanto daquilo era reciclável. E, quando a fatura da coleta chega, a administração só consegue reagir de um jeito: pagar.
Essa cena se repete há 16 anos, mesmo depois de o Brasil ter criado uma das leis de resíduos mais elogiadas do mundo.
A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) é a Lei nº 12.305, sancionada em 2 de agosto de 2010, que definiu quem é responsável pelo resíduo no Brasil e estabeleceu que ele deve ser reduzido, reutilizado e reciclado antes de ser enterrado.
Ela vale para prefeituras, indústrias, comércios, prestadores de serviço, órgãos públicos e condomínios. Em 2026, ela completa 16 anos.
Segundo o Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil 2025, da Abrema, com dados do ano-base 2024:
O IBGE reforça o retrato: praticamente um terço dos municípios brasileiros ainda usava lixão como destino em 2023.
Traduzindo: dezesseis anos depois, o Brasil enterra caro aquilo que poderia vender. E boa parte desse custo está dentro da sua operação.
Aqui está a parte que a maioria das empresas descobre tarde, geralmente por notificação.
A regra municipal não olha para o seu faturamento nem para o seu ramo. Ela olha para quantos litros de resíduo Classe 2 saem da sua porta por dia. Resíduo Classe 2 é o não perigoso: lixo comum e reciclável.
São enquadrados como grandes geradores em Goiânia:
Duzentos litros por dia é pouco. É basicamente dois contêineres pequenos cheios. Um restaurante de porte médio, uma clínica, um supermercado de bairro, uma escola, um escritório com café e delivery diário: quase todos passam desse número sem perceber.
E o condomínio residencial? Em Goiânia, ele não é enquadrado como grande gerador pelo critério acima. Isso não significa que esteja fora da PNRS, porque a responsabilidade pela destinação adequada continua valendo, mas a obrigação de contratar coleta própria é dos perfis da tabela.
Ser grande gerador tem três consequências práticas e imediatas:
Ou seja: gestão de resíduos saiu do campo da boa vontade e entrou na planilha de custo fixo.
Aqui está o ponto que a Hambis repete em toda reunião com empresa e administradora.
Quase todo mundo já tentou. Comprou os contêineres identificados, colou o cartaz na copa, mandou o comunicado interno. Funcionou por três semanas. Depois o colaborador voltou a misturar tudo, a equipe de limpeza juntou os sacos no fim do turno para ganhar tempo, o material contaminou e o caminhão levou junto.
O problema quase nunca é falta de boa vontade. É falta de informação.
Ninguém sabe quanto a operação gera. Ninguém sabe quanto foi desviado do aterro. Ninguém sabe se o material chegou à cooperativa, nem quanto ele valeu. Sem número, não existe cobrança de resultado, não existe defesa em fiscalização, não existe relatório para o cliente que pede critério ESG e não existe argumento para renegociar o contrato de coleta.
A lei pede rastreabilidade. A rotina entrega achismo.
É exatamente essa lacuna que a Hambis fecha, atuando como camada de dados e engajamento: medição do que sai, destinação com cooperativas parceiras, comprovação documental e relatório mensal de impacto para a administração.
Dezesseis anos de PNRS deixaram uma lição simples: a lei já existe, a fiscalização está estruturada e a economia está disponível. Falta alguém dentro da operação decidir medir.
Quer saber se a sua empresa ou o seu condomínio é grande gerador, quanto está pagando a mais e quanto poderia economizar?
A Hambis faz um diagnóstico gratuito de resíduos e apresenta uma proposta com números antes de qualquer contrato.
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O que é a PNRS? É a Política Nacional de Resíduos Sólidos, instituída pela Lei nº 12.305 de 2 de agosto de 2010, que organiza a gestão de resíduos no Brasil e define responsabilidades para poder público, empresas e cidadãos.
Quantos anos a PNRS tem em 2026? Dezesseis anos, completados em 2 de agosto de 2026.
Quem é grande gerador de resíduos em Goiânia? Comércios, indústrias, órgãos públicos e prestadores de serviços que geram 200 litros ou mais por dia de resíduos Classe 2, ou média semanal de 1.400 litros. E condomínios de edifícios não residenciais ou de uso misto com geração total igual ou superior a 1.000 litros diários.
Condomínio residencial é grande gerador em Goiânia? Não pelo critério de enquadramento aplicado a empresas e condomínios não residenciais ou de uso misto. Ainda assim, o condomínio residencial permanece responsável pela destinação adequada dos seus resíduos conforme a PNRS.
O que acontece com quem não se regulariza? O grande gerador não cadastrado e sem contrato de coleta adequado fica sujeito a notificação e às penalidades previstas na legislação ambiental, além de responder pela destinação irregular do resíduo.
Toda empresa precisa de Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos? A PNRS exige o PGRS de categorias específicas de geradores, entre elas estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços enquadrados pela legislação local, indústrias, serviços de saúde e construção civil. Na prática, quem é grande gerador precisa do plano.
Gestão de resíduos reduz custo de empresa? Sim, quando é medida. Ao retirar recicláveis e orgânicos do fluxo de rejeito, a operação reduz volume coletado, reduz frequência de caçamba e passa a ter material com valor de venda.